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"Diz-me e eu esqueço, ensina-me e eu recordo, envolve-me e eu aprendo." - Benjamin Franklin

 


 
 
Empreendedorismo e Business Angels de Base Local

O Jornal Badaladas, um projecto editorial com 64 anos de idade e o único no Concelho de Torres Vedras, na sua edição de hoje deu destaque às ideias que Francisco Banha, CEO da GesEntrepreneur partilhou com a  jornalista Vanessa Lourenço, a propósito do Ensino do Empreendedorismo e da actividade de Business Angels no nosso País e em particular sobre a sua eventual implementação na Região de Torres Vedras.

Porque em muitos Concelhos do País se torna necessário evoluir para um novo modelo organizacional da Comunidade Empreendedora partilhamos consigo a citada entrevista a que poderá ter acesso em:

http://www.badaladas.pt/site/php/noticia.php?ide=2922&idr=300001&idn=1

 

 

Bunker Roy: Aprendendo com um movimento de pés-descalços

Em Rajasthan, na Índia, uma escola extraordinária ensina mulheres e homens do meio rural - muitos deles analfabetos - a tornarem-se engenheiros solares, artesãos, dentistas e médicos nas suas próprias aldeias. Chama-se Universidade dos Pés-Descalços, e o seu fundador, Bunker Roy, explica como funciona.
 

 

Emprego na Alemanha… e o Ensino em Portugal!!!

(...) Ter jovens portugueses com talento para trabalhar noutros Países ou em empresas Multinacionais instaladas em Portugal sem que estes tenham de pagar um único centavo pela sua formação é algo que me tira do sério e que o nosso País irá continuar a pagar bem caro cada dia que passa…

Acresce que depois de ter estado em Silicon Valley, há duas semanas atrás, a convite do Senhor Presidente da República onde tive o privilégio de ouvir o Fundador da Cisco, John Chambers, dizer que Portugal será um dos poucos Países do Mundo em que não irá deixar de investir devido precisamente ao elevado talento que os nossos jovens possuem, ser confrontado com estes dados, que o Expresso dá agora a conhecer a todos os portugueses, é suficiente para que partilhe as minhas preocupações sobre o nosso Futuro e principalmente o dos nossos Jovens.

Se pensarmos que o principal motivo que leva a Alemanha a ter necessidade de recrutar jovens em países qualificados, como Portugal, se encontra no facto de que esse país deverá passar dos actuais 45 milhões de pessoas empregáveis para 27 milhões em 2050, uma vez que a evolução demográfica que se verifica, com o crescente envelhecimento da população não permite a substituição natural dos quadros mais antigos, e relacionarmos com semelhante situação que temos em Portugal a pergunta que devemos fazer é:

Então se os nossos jovens se vão embora, quem cria a riqueza para aqueles que em breve irão entrar na reforma e que tem pago, com os seus impostos ,a formação dos que naturalmente deveriam criar essa riqueza?

Triste sina a nossa… De vivermos num País em que os nossos responsáveis nos continuam a querer sempre a trabalhar por conta de outrem em detrimento de proporcionarem as condições para que muitos mais jovens portugueses ambicionem criar as Cisco ou a Siemens do Futuro, através da concretizacao, em produtos e serviços, do elevado Conhecimento Cientifico que adquirem diáriamente nas Universidades e nos Centros de Saber que cada vez mais se encontram bem sedimentados ao longo do País, gerando assim a riqueza que o nosso Povo tanto necessita.

De facto um Sistema de Ensino que não tem um Programa de Ensino do Empreendedorismo desde o básico ate à Investigação passando pelo Ensino Superior não pode naturalmente ambicionar muito mais do que formar os seus Jovens para irem engrossar os “exércitos” do Conhecimento que os Países mais avançados estão a contratar para continuarem a liderar na Arena Global. (...)

Leia o post completo no Blog de Francisco Banha
 

 

Gesentrepreneur e Município de S. João da Madeira na 2ª edição do curso para professores em Valparaíso

No âmbito do projeto “Transferência de modelos para favorecer a coesão social através de cidades empreendedoras” financiado na íntegra pela medida URBAL III da Comissão Europeia como “Boa prática” educadora, a Câmara Municipal de S. João da Madeira juntamente com a sua parceira Gesentrepreneur, desenvolveram um curso de formação em empreendedorismo dirigido a professores de Valparaíso, estado de Zacatecas, sob o mote “Educação para o Empreendedorismo”.

Este foi o 2.º curso para os professores de Valparaíso, depois da primeira edição que decorreu em agosto de 2010. O objetivo último é os professores formados desenvolverem nas suas escolas um conjunto de ações de empreendedorismo junto dos alunos.

É neste mesmo contexto que o formador e Managing Director da GesEntrepreneur, Miguel Gonçalves está de partida para Curahuara de Carangas (Bolívia), onde permanecerá a formar os seus professores, entre 14 e 29 de Outubro.
 

 

Gesentrepreneur no Município de Oliveira de Azeméis

A Gesentrepreneur a convite do Município de Oliveira de Azeméis estará presente no dia 21 de Outubro na Edição da Semana “Azeméis é Social”.

Trata-se de uma semana dedicada à divulgação de projetos e ações de âmbito social, ao debate de ideias sobre temas ligados às diferentes áreas de intervenção no domínio social, bem como, à reflexão sobre as políticas sociais existentes e novos desafios de atuação face à mudança das realidades sociais nos contextos família, infância e juventude, terceira idade, migração, deficiência, educação, emprego/formação.

O programa desta realização está formatado por dias temáticos, designados de Municípios: Município Parceiro, Município Saudável, Município Maior, Município Inclusivo e Município Berço.

Neste âmbito a Gesentrepreneur participará no Dia do “Município Inclusivo”,no Encontro: “Empreendedorismo, Inovação e Crescimento na Inclusão”.

Para conhecer melhor o programa deste evento promovido pela Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, clique aqui.
 

 

Gesentrepreneur apoia Câmara de Aveiro no Projecto Aveiro Empreendedor

A apresentação pública do Projecto Aveiro Empreendedor - Empreendedorismo nas Escolas decorreu no passado dia 12 de Outubro no salão nobre da Câmara com a participação do vereador do pelouro da Educação, Pedro Ferreira e representantes das direcções das escolas onde o projecto será implementado assim como os responsáveis das entidades JUSTBE, BETWEIEN e da GESENTREPRENEUR.

Neste primeiro ano lectivo serão abrangidos por este projecto 25 estabelecimentos de ensino e mais de 1350 alunos, desde o 1º Ciclo de Ensino até ao Ensino Secundário.

O projecto inclui um programa de iniciação ao Empreendedorismo (1.º CEB); Educação para o Empreendedorismo (2.º e 3.º CEB); Empreendedorismo no Secundário.

Este plano compreende diferentes acções desenvolvidas em cinco áreas de actuação prioritárias: no Apoio às Pequenas e Médias

Empresas; Incubação de empresas; Promoção do Empreendedorismo nas escolas; Promoção de uma Cultura Empreendedora e Comunicação, dando continuidade a três linhas estratégicas: fomentar o empreendedorismo

O Projecto Aveiro Empreendedor foi desenvolvido ao longo dos últimos anos por um conjunto de actores locais e regionais de fomento do empreendedorismo e apoio às PME’s, que tem vindo a permitir a criação de uma estratégia integrada de promoção de um ambiente inovador e empreendedor no Concelho de Aveiro.
 

 

GESBANHA: UM QUARTO DE SÉCULO ACRESCENTANDO VALOR!!!
 

Criada em 10 de Outubro de 1986, pelos empreendedores Francisco Banha e António Mourato (respectivamente na foto), a Gesbanha completa um Quarto de Século ao serviço da boa Governance Empresarial.

Temos consciência de que o nosso posicionamento, em diferentes contextos e campos de conhecimento, tem permitido a criação de valor para os nossos Clientes, através da observação proactiva do mercado, na promoção de redes com os “stakeholders” e na criatividade e interactividade dos recursos humanos de ambas as Organizações.

Modificar as práticas de Management, potenciar a inovação - quer esta seja a nível organizacional, do produto ou de processo - gerir as relações e a informação, incrementando a produtividade e contribuindo para dinamização dos negócios, só pode ser alcançado com base em adequados sistemas de informação de gestão, ou seja precisamente a Valência que mais temos desenvolvido e sedimentado ao longo destes últimos 25 anos.

Evoluindo de uma empresa de prestação de serviços de contabilidade para uma entidade especializada na área do “Business Process Outsourcing” conseguimos antecipar e corresponder, rapidamente, às mudanças do ambiente e dos vários sectores de actividade, sabendo aproveitar as oportunidades que diariamente nos são submetidas para que de forma profissional as possamos transformar em Conhecimento com utilidade para os nossos Clientes.

É por isso com bastante orgulho e satisfação que sabemos ter contribuído para a introdução nos Clientes que fazem parte do nosso portefólio, quer estes sejam multinacionais, organismos públicos, empresas do sector empresarial do Estado, PMEs, representando diversos sectores como o da Banca, Saúde, Indústria - automóvel, farmacêutica, software ou agro-alimentar - Telecomunicações, Imobiliário, Turismo ou Ambiente, ferramentas de competitividade que possibilitaram aos seus responsáveis uma melhor informação na sua tomada de decisão.

A qualidade dos serviços fornecidos, assegurada através duma monitorização contínua do Sistema da Qualidade implementado na Gesbanha desde 1998 - altura em que fomos a primeira empresa portuguesa, no nosso sector de actividade, a obter a certificação por parte de uma entidade especializada na correspondente acreditação - quer através da interpretação rigorosa do procedimento do sistema da Qualidade, quer da retro-informação proveniente dos estágios relevantes dos processos estabelecidos com os nossos Clientes são factores que garantem uma capacidade constante de obtenção de ganhos de eficiência e de produtividade, que sempre tivemos presente, conforme o demonstra o facto de recentemente termos obtido uma excelente performance, em mais uma auditoria de acompanhamento, por parte da APCER.

Não temos dúvidas que, no actual contexto económico como há 25 anos atrás, são necessários gestores que pensem de maneira diferente e inovadora e com capacidade de colocar em causa o seu modelo de negócio e que não se deixem levar pelo pessimismo reinante, competindo-nos a todos, os que fazem parte da Equipe Gesbanha, garantir os níveis de integridade e profissionalismo exigidos, pelos mais elevados standards internacionais de Corporate Governance, mas também a capacidade criativa e o conhecimento relacional necessários a que toda a informação relativa ao acompanhamento dos negócios, seja tratada de acordo com padrões éticos aceitáveis pela Sociedade em que nos inserimos.

Para tal, temos plena consciência que se torna indispensável fomentarmos, ainda mais, o Empenho comum, cultivando a troca de ideias entre as pessoas e a partilha de práticas resultantes da permanência nos clientes; melhorarmos os nossos processos organizacionais; continuarmos a potenciar o acesso à informação e ao conhecimento; e aperfeiçoarmos a ligação entre a gestão e as orientações estratégicas em torno dos processos considerados mais importantes ao nível dos serviços, com a finalidade de acrescentar diferenciação ao cliente final.

Nesse sentido a Gesbanha acaba de criar a sua página Institucional www.facebook.com/gesbanha onde irá expor ideias, dar opiniões, lançar pistas e visões sobre as melhores práticas de gestão empresarial, ao mesmo tempo que apoia a afirmação de cidadania de todos quanto, pela análise da boa opinião, validam ou não as suas próprias convicções e ideias, as adaptam e formam no fundo a sua consciência individual perante factos e realidades com vista a um País mais rico e solidário.

A confiança da Gesbanha no futuro mantém-se. A crescente exigência do mercado por serviços de Outsourcing de qualidade na área em que actuamos reforça essa confiança. E é com essa confiança que encararemos os novos desafios, na prossecução, simultânea, da criação de riqueza, da prosperidade económica e da responsabilidade social.

Neste momento de particular felicidade não podemos deixar de expressar o nosso agradecimento a todos os Clientes pela confiança e preferência com que nos têm distinguido;

Reconhecemos, igualmente, o profundo apreço que a Gesbanha possui por todos os seus Colaboradores pelo papel que têm desempenhado na preservação dos nossos Valores e da nossa Identidade como Organização;

Também são devidas palavras de apreço aos actuais e anteriores membros dos Órgãos Sociais, Mesa de Assembleia Geral e Conselho Fiscal, que muito têm ajudado a crescer esta Organização, contribuindo para o seu engrandecimento e desenvolvimento contínuo.

Por último um grande bem-haja às várias entidades que nos apoiado e a todos os nossos Amigos que nos têm distinguido com a sua amizade e confiança que tudo iremos fazer para continuar a manter e reforçar pelo menos nos próximos 25 Anos!!!!

Para saber mais sobre a Gesbanha não deixe de nos visitar em www.gesbanha.pt e aceder aos nossos conteúdos, quer em Português quer em Inglês, ou contactar-nos para a nossa Sede Social sita na Rua 7 de Junho de 1759, nº 1 em Caxias, através do número de telefone 21 441 64 60.
 

 

Portugal 2020: Empreendedorismo e Capital de Risco

Foi com bastante orgulho que recebi o convite do meu amigo Dr. Rui Martinho, Bastonário da Ordem dos Economistas, para escrever um artigo para os Cadernos de Economia da Ordem dos Economistas cuja edição de Setembro foi subordinada ao tema "Portugal 2020" o qual não podia deixar de partilhar com todos aqueles que partilham o interesse dos temas Empreendedorismo e Capital de Risco.

Francisco Banha
Presidente GesEntrepreneur e Membro da Direcção da Associação Europeia e Mundial de Business Angels

Portugal 2020: Empreendedorismo e Capital de Risco
 

 

Arranque do Programa Escolas Empreendedoras dos Açores 2011/2012

Na Região Autónoma dos Açores a Direcção Regional da Juventude, liderada pelo Intrapreneur Bruno Pacheco, a Direcção Regional da Educação, e o Centro de Empreendedorismo da Universidade dos Açores, liderado pelo Professor Gualter Couto, com o apoio da GesEntrepreneur, criaram as condições que permitiram inciar hoje (07-09-2011), nos Açores, a II Edição do Programa Escolas Empreendedoras.

O Programa designado " Educação Empreendedora: O Caminho para o Sucesso" foi idealizado para os alunos e professores do 2 e 3 ciclos do Ensino Básico, do Ensino Secundário e do Ensino Profissional.

Recorde-se que na I Edição realizada no ano lectivo 2010-2011, estiveram envolvidas 26 Escolas, 52 Professores, 1040 alunos e 18 Clubes de Empreendedorismo.

Na fase final da citada Edição foi realizado a I Edição do Concurso Regional IdeiAçores onde foram apresentados 19 projectos de negócio oriundos das Ilhas de S.Miguel, Terceira, Pico, São Sorge, Faial e Graciosa.

Nesta Edição, que irá ser desenvolvida em 7 Ilhas dos Açores, iniciada formalmente, serão formados mais 24 Professores, 1400 alunos, 38 Escolas, esperando-se o reforço do numero de Clubes de Empreendedores bem como o numero de projectos a apresentar pelos Jovens envolvidos.

 

A Importância da Educação Empreendedora
 

A educação é um fenómeno complexo e que implica uma avaliação cuidada e contextualizada. Em primeiro lugar, ninguém pode esperar que uma alteração em educação (ao nível dos currículos, da organização ou da estrutura) tenha implicações e resultados imediatos. Isto porque educar é formar pessoas, e por vezes os resultados demoram décadas a ser evidenciados.

Neste sentido a educação não é como a economia, em que uma alteração política ou formal tem logo implicações nos resultados (uma subida de impostos é proporcional a um aumento de receita), em educação não há receitas tão lineares.

Temos consciência que urge implementar um sistema educativo que contribua para a formação de pessoas livres, autónomas, criativas e empreendedoras, cultas, responsáveis e que disponham de um quadro cívico de referência. De facto a escola deve contribuir para a construção de uma sociedade mais próspera e mais justa, mais aberta e mais responsável.

Na educação podemos identificar duas fortes correntes:

1. Uma concepção de educação voltada para o enriquecimento pessoal, para o conhecimento, baseada em sólidas aprendizagens. O aluno só será pessoa e um cidadão activo civicamente se tiver uma forte preparação teórica nas matérias chave. Só com esta formação poderá tomar as melhores decisões. Aqui a educação é um valor em si mesmo.

2. Por outro lado, há uma concepção de uma educação que prepare e forme de modo efectivo e pragmático para a vida activa, para as necessidades e para o mercado. Nesta vertente entende-se a educação como um retrato da sociedade em que está inserida, onde os alunos são formados para conhecer o contexto e poderem actuar sobre ele.

Em síntese, eu acredito que na realidade a educação deveria ser uma colectânea das duas. Isto porque:

- Há saberes que são estruturais, como a matemática, a língua materna e o inglês, por exemplo, e estes conhecimentos devem ser sólidos. Quanto maior o domínio destes saberes melhor preparados estarão os alunos para conseguirem intervir, decidir e optar.

- A educação deve ter como referencial a sociedade, a realidade. Hoje, os alunos têm que saber que o inglês é fundamental. Mas têm que compreender o porquê da sua importância. E ele é importante, porque hoje vivemos na era da globalização, de um mercado único e que no futuro todos precisamos de dominar esta língua universal. Assim, o conhecimento é essencial, mas o porquê da sua necessidade deve ser explicado, de modo a motivar e preparar os alunos para aquilo que irão encontrar no futuro.

- O contexto em que os alunos estudam é fulcral, assim a escola deve ter também uma componente do currículo que possa ser adaptada às necessidades dos alunos. Assim, por exemplo, para os alunos de Vinhais é importante explicar o que é o mar, as marés, etc. Porventura, é importante fazer uma visita de estudo a um local onde se possa ter acesso ao mar. No entanto, para as escolas do litoral não há essa necessidade, pois todos os alunos estão socializados quanto ao mar e seu contexto.

- Deve haver o português, a matemática. Mas deve haver educação diferenciada, com novas conteúdos e disciplinas, para dar aos alunos saberes e novas experiências que lhes permitam ter as mesmas oportunidades.

Como se pode deduzir facilmente estas duas perspectivas não são antagónicas, mas hoje sente-se uma enorme preocupação em dar sentido às aprendizagens que os alunos realizam, pois embora seja importante ter um vasto conjunto de conhecimentos, é essencial saber mobilizar esses conhecimentos para aquilo que será o futuro e esse passa pelo desenvolvimento da Economia e da Sociedade do Conhecimento.

Assim, se a Escola tem como missão preparar para a vida, deve fazê-lo em conjunto com a sociedade e com as suas forças vivas. Os estabelecimentos de educação e formação deverão estimular as competências e o espírito empreendedor dos alunos ao longo de toda a sua aprendizagem.

Ensinando a tomada de decisão aos nossos jovens, eles irão escolher o melhor caminho , seja criando o seu próprio emprego, abrindo o seu negócio ou trabalhando por conta de outrem.

A educação em empreendedorismo é sobre atitude, características e qualidades pessoais, bem como competências e conhecimento de gestão. Um negócio no futuro é apenas um resultado.

Todos os empregadores querem trabalhadores com um espírito empreendedor.

Nesse sentido o sistema educativo tem de privilegiar uma mudança de atitude comparativamente ao ensino tradicional. A atitude é formatada pela acção e a formação em empreendedorismo é baseada em acção.

É nesta perspectiva que se insere a Educação em Empreendedorismo a qual ao permitir fazer a ponte entre o espaço educativo e o mercado de trabalho contribuirá para diminuir a enorme barreira que ainda hoje separa a Escola das restantes Organizações sejam elas empresariais ou de âmbito filantrópico.

O mundo empresarial vê assim com bons olhos - numa altura em que todos temos consciência que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se os alunos não assumirem as suas próprias responsabilidades no seu processo educativo - a introdução de uma educação que produz atitudes empreendedoras tendo em vista a preparação dos nossos jovens para a vida após a escola.


Francisco Banha
Presidente da GesEntrepreneur

 

 

Ensino de Empreendedorismo:

#6 Empreendedorismo não se limita à criação de negócios

 

Outros

#5 Vantagens de um educação com enfoque no empreendedorismo

#4 Como identificar características empreendedoras e como agir

#3 Como direccionar um diálogo empreendedor

#2 Os pais estão preparados?

#1 O que é uma Educação Empreendedora?
 


 

 


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- Balanço da actuação dos Business Angels
 
 


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GesEntrepreneur na Imprensa

Formação de professores em empreendedorismo termina numa Conversa com Empreendedores
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Formação de professores em empreendedorismo termina numa Conversa com Empreendedores
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Francisco Banha em Elvas
Artigo in Linhas Elvas, em 6 de Janeiro de 2011  >>

Mercado do Vale da Amoreira recebeu BizCamp
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Concurso de Escolas Empreendedoras de Penela
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Açores aposta na GesEntrepreneur para o seu programa de educação em empreendedorismo
Site Oficial do Programa "Educação Empreendedora: O Caminho do Sucesso!" >>

Cursos e dicas para ser empreendedor
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Perguntas e respostas sobre a problemática do Ensino do Empreendedorismo
Artigo completo Respostas elaboradas por Francisco Banha para a Jornalista Blandina Costa do Jornal de Negócios, em 1 de Junho de 2009 >>

Câmara de Pedrógão Grande promove ensino do empreendedorismo nas escolas do concelho
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Chris Curtis, líder mundial em Empreendedorismo na Escola Técnica Profissional da Moita
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Os Business Angels e a Criação de Riqueza
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Jovens "desenham" planos de negócios
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Ideias simples que dão lucro
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Educação para o empreendedorismo
artigo saído na revista empreenda 07 do IAPMEI sobre o PNEE >>

Municípios apostam no Empreendedorismo
(4000 alunos e 200 professores de 8 regiões já em formação) >>
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Entrevista
Entrevista de Francisco Banha à Vida Económica, focada no ensino do Empreendedorismo em Portugal. Clique aqui para aceder á entrevista.

Opinião dos participantes no Projecto Cascais - Empreendedorismo nas Escolas

"Sobre a acção: Reveladora e com uma mensagem clara. Necessária para a evolução económica e social da região."
António Ferreira

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